“Blog: 4 meses depois”

Este é o último post de atividades da disciplina de Novas Tecnologias da Comunicação. E ele se refere a o que o blog acrescentou ou não acrescentou na minha vida.

Bom, eu já fiz essa matéria uma vez e peguei dependência dela justamente porque eu não tinha tempo para o blog no ano passado e como o blog conta na nota final eu acabei me dando mal. Como eu já fiz essa matéria e já tive um blog ano passado eu me acostumei com esse meio, apesar de não gostar muito de ter um blog. Prefiro muito mais ler blog de outros porque eu não tenho muito saco de ver uma coisa nova e escrever sobre ela, gosto mesmo é de ler e guardar pra mim, se for para discutir algo eu gosto de falar sobre isso com amigos ou outras pessoas e não via “meu blog”.

Acho sim muito interessante como tudo isso cresce rápido a cada dia, como os meios digitais estão tomando conta de tudo porque eu gosto de tecnologia.  Acho muito legal e aprovo o intuito da matéria e acho que no curso de Publicidade, do qual eu estudo, deveria ter muito mais sobre isso, já que tem tudo a ver.

Eu vou ser sincero e nessa segunda parte do curso eu deixei de fazer posts, mas foi o que eu disse, eu realmente não tenho muito saco de “usar” um blog, não que ruim ter um blog mas é que tudo isso me lembra o Orkut, Facebook, Twitter… Eu tenho Orkut mas nem uso direito, só uso pra falar com quem eu não vejo muito. Em plena era da exposição eu achando ruim se expor, o problema é que muita gente não sabe usar corretamente esses meios e acabam estragando o conceito e eu fico “puto” com isso. Sou meio pavio curto quanto a isso.

Como gosto muito de música e eu fazia parte de uma banda bem legal, acho que eu teria um blog se fosse pra falar de música. Isso eu gostaria e faria com muito prazer, mas sobre diversos assuntos acho que toma muito o tempo da pessoa e você tem que ser bem paciente. Mas acho que o blog traz muitos pontos positivos pois faz a pessoa entrar mais nesse mundo novo da tecnologia que é só uma amostra do que vai ter no futuro. O bom mesmo é começar desde já para mais para frente não ter que “cair de pára-quedas” nessas novas tecnologias, como muitas pessoas por aí que deixaram isso passar e hoje “penam” para mexer na internet, softwares etc.

Publicado em:  on Junho 3, 2009 at 10:07 pm Deixe um comentário

Ka! Temakeria

Para quem gosta da culinária japonesa, principalmente os chamados “temakis”, há uma nova opção para as pessoas do bairro de Higienópolis. O restaurante nasceu da ideia de alguns amigos em ter um negócio próprio. Alguns deles já tem alguns negócios como bares e baladas, porém outros acabaram de entrar no ramo. 10386587-c97eee4386414a777986ab4a34e62039_4a1ff5db-full

A temakeria Ka! tem feito sucesso desde sua abertura mas para atrair mais clientes deve-se fazer um hotsite com algumas informações e divulgações em sites de relacionamento como o Orkut, Facebook ou Twitter. No caso, o Orkut é muito bom pois a temakeria pode ser divulgada nas comunidades como por exemplo a comunidade da FAAP, Mackenzie que são faculdades próximas ao restaurante e pelo público jovem que aprecia tal culinária. Sendo assim, espalhando rapidamente a informação e consolidando o seu sucesso! 

A Ka! está localizada na Rua Alagoas, 828

Publicado em:  on Maio 29, 2009 at 2:51 pm Deixe um comentário

Coisa de Japonês!!!

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Sobre o código QR poucos possuem conhecimento de sua utilidade e sua funcionalidade, entretanto trata-se de uma nova tecnologia que já vem sendo inserida sutilmente no cotidiano de muitos países em um histórico de dois anos já. Aqui no Brasil, não existe muito interesse ainda para a instalação dessa ferramenta, portanto seu acesso aqui no país é um tanto restrito e ainda tem a ilusão de uma super-novidade. O que poucos sabem é que o código QR já é usado em certos lugares como o Japão, simultaneamente com o código de barras, seu antecessor que, em um futuro próximo, virá a ser substituído. O código QR permite ao usuário a ter acesso a informações registradas nele através de qualquer aparelho que tire foto. Diferentemente do código de barras convencional, que para ser interpretado é necessário um aparelho específico de leitura, no código QR uma simples máquina fotográfica é capaz de ler suas informações. Essa leitura também é capaz de redirecionar essa ação para o acesso de sites e informativos sobre o que se trata. Entretanto, para tal tecnologia, é preciso que um programa de leitura desse código seja instalado em aparelhos fotográficos, tais como celulares, máquinas digitais, câmeras de vídeo e etc. Provavelmente, também é necessário que tais aparelhos tenham acesso a internet, pois a maioria das informações nos redireciona para sites da web e informativos online, como dito anteriormente, porém simples frases de publicidade e comunicativos podem ser visualizados offline. No Japão os Bigmacs já estão vindo com este código, ao fazer a leitura desde código você tem acesso as informações nutritivas do hambúrguer. Nem sempre passam apenas as informações básicas, o Mc Donald´s poderia também mostrar o site e os novos hambúrgueres se assim desejasse. Estas informações foram retiradas de http://marketingdeguerrilha.wordpress.com/2006/11/14/bigmacs-trazem-codigos-qr-nas-embalagens-do-japao/ http://francoatirador.wordpress.com/2008/11/21/atividade-sobre-o-codigo-qr-quick-response/

Publicado em:  on Maio 15, 2009 at 2:58 pm Deixe um comentário

BIZARRE POST: Dona da Daslu é condenada pela Justiça Federal a 94 anos e meio de prisão!!!

E a crise?

Imagem UOL - Eliana Piva de Albuquerque Tranchesi, 53, herdou loja Daslu da mãe e gastou R$ 200 milhões com templo de luxo em São Paulo

Imagem UOL - Eliana Piva de Albuquerque Tranchesi, 53, herdou loja Daslu da mãe e gastou R$ 200 milhões com templo de luxo em São Paulo

PS: vai ver que é por causa dela…

Publicado em:  on Março 26, 2009 at 10:17 pm Deixe um comentário

(ATIVIDADE: O Twitter)

TWITTER

TWITTER

O Twitter é nada mais nada menos do que MAIS UM site de relacionamentos onde as pessoas “futricam” entre elas, podendo ter as mesmas afinidades com as mesmas coisas blá blá blá.
Você se cadastra e fala sobre o que você quiser, seus gostos, o que você faz ou fez, efim, você fala sobre o que você quiser falar. A única coisa que eu acho o diferencial mesmo do Twitter é que diferente do Orkut, as pessoas sempre estão vendo o que você está fazendo, por exemplo, “róla” uns perseguidores no negócio, que você também pode ser. Eu particularmente não gosto disso, mas como vivemos na era da exposição o sentido é se mostrar para os outros mesmo. Nada melhor que o Twitter para exemplificar isso e expor tudo o que você possui em sua massa cinzenta!

Publicado em:  on at 9:37 pm Deixe um comentário

(ATIVIDADE: Imagem Sensível)

Existe muita coisa que uma pessoa pode ver, perceber, imaginar e concluir em uma imagem. Afinal, a imagem é algo muito importante, se você passa uma boa imagem as pessoas certamente confiarão em você. Se uma banda passa uma imagem legal, seja por ações ou literalmente por suas fotografias as pessoas podem pensar “NOSSA ESSA BANDA É F***!!!”, às vezes pode passar dos limites e ficar meio “fashion before passion”, quando a banda só se faz por sua boa imagem, que no Brasil acho que 90% das bandas são exatamente assim…

Bom, vamos ao que interessa. Em aula, o professor Eric nos passou conceitos sobre Imagem Sensível, como nós, como nosso corpo percebe a imagem. Existem 3 níves que se chama, “primeiridade, secunidade e terceiridade”.

A primeiridade é a qualidade da consciência imediata, é uma impressão ou sentimento invisível, não analisável e frágil. Fase em que os sentimentos ainda puros são os aspectos sensíveis, ou seja, ainda não tem muita noção do que seja a imagem, do que ela significa.
A secundidade é a área da existência cotidiana que paramos para pensar, fazer comparações, associações com alguma coisa semelhante ou que já conhecemos.
A terceiridade é o estágio que conseguimos definir a imagem, correspondendo à camada da integibilidade, pensamento em signos.

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A fase encontrada nesta foto é a primeiridade porque nesse tipo de imagem, abstratas, não conseguimos identificar as coisas direito. Perdemos muito tempo por causa dos borrões e cores que não associamos com coisa alguma e demoramos muito tempo para entendê-la, se entendermos…

Essa imagem tem o título de “O Método V – A Humanidade da Humanidade (lembranças de Porto Alegre) e foi retirada da galeria de Carlos Castejon no site:

www.flickr.com/photos/carloscastejon/

Publicado em:  on at 9:24 pm Deixe um comentário

Música boa… é aqui no Fertile Fields!!!

Pessoal, o mês de Abril trará dois grandes shows para São Paulo. Duas bandas muito boas estarão se apresentando aqui nas terras brazucas.

Flyer do show do NO USE FOR A NAME em São Paulo

Flyer do show do NO USE FOR A NAME em São Paulo

No dia 12 de Abril (domingo), a banda norte-americana NO USE FOR A NAME estará se apresentando seu hardcore melódico no Hangar 110, casa de shows alternativos (rock, hardcore, metal, ska, reggae) muito boa por sinal, que fica na Rua Rodolfo Miranda n*110, no bairro do Bom Retiro (próx. ao metrô Armênia). Eu já fui uma vez num show deles e a parada é tensa!!! Muito bom mesmo!!!

PONTOS DE VENDA:

LOJA 255: GALERIA DO ROCK | 3361-6951
LOJA ZEITGEIST: GALERIA DO ROCK | 3222-8173
SICK’N'SILLY: RUA AUGUSTA, Nº 2690 | 3081-7508
METAL CDS (SANTO ANDRÉ – SP) | 4994-7565

R$30,00 – (ESTUDANTE)*
R$60,00 – PISTA (1º LOTE)
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LESS THAN JAKE

LESS THAN JAKE

No dia 19 de Abril (domingo) na EAZY que fica na Barra Funda, outra banda que estará destruindo por aqui é o LESS THAN JAKE, vindos de cidade de Gainesville  no estado norte-americano da Flórida. O Less Than Jake é uma ótima banda e ainda conta com um integrante brasileiro, Roger (Rogério) é baixista da banda e também um dos vocalistas.
Conhecida por seu estilo irreverente, tocando músicas que vão do Ska ao Pop Rock, do Hardcore ao Reggae. Uma banda perfeita pra quem curte aquele dia de sol na praia com os amigos e amigas tomando uma cerveja gelada etc… Vale muito a pena ir e conferir de perto. Como o show do NO USE FOR A NAME, eu também já fui no show do LESS THAN JAKE e é diversão na certa, banda MUITO boa e sei lá, quer se libertar? Vá ver!!!

Local: Eazy – Av. Marquês de São Vicente, 1.767 – São Paulo

Data: 19/04

Horário: 21h

Contatos: (11) 3611-3121; www.eazy.com.br

Postos de vendas de ingressos antecipados:

  • Consulado do Rock – Galeria do Rock, 234/236/238; (11) 3221-7933.
  • Estrondo – Galeria do Rock, loja 340; (11) 3361-8961.
  • Flame Store – Galeria do Rock, loja 222; (11) 3224-8916.
  • London Calling – Rua 24 de Maio, 116, loja 15; (11) 3223-5300.
  • Metal CDs – Rua Dona Elisa Flaquer, 184; (11) 4994-7565.
Publicado em:  on at 8:34 pm Deixe um comentário

Guinness… Yeah!!!


Patrocinadora Oficial da Seleção Irlandesa de RUGBY

Patrocinadora Oficial da Seleção Irlandesa de RUGBY

Galera, isso é que é cerveja… olha lá!!!

Veja aqui o excelente comercial da cerveja Guinness!
http://www.youtube.com/watch?v=BrSSSfYE2dQ
http://www.youtube.com/watch?v=BrSSSfYE2dQ

Publicado em:  on at 8:06 pm Deixe um comentário

(ATIVIDADE: Hipermídia)

Hipermídia é o assunto mais falado quando se trata sobre meios digitais. E é impressionante sua velocidade de crescimento e como o acesso do público tem dado certo como na TV, Internet, anúncios de revista, video games, ceulares, MP3 etc.

A linguagem da hipermídia é uma linguagem híbrida, que integra o texto e a imagem fixa ou em movimento, a música ou o efeito sonoro e também contempla a interatividade, a não linearidade e a programação.

Como foi dito acima, o público esta tendo acesso a tudo, na hora que quiser. Um exemplo é o iPhone. O quê é isso? O aparelho faz tudo, a linguagem que ele usa é total hipermiática, existem muitos celulares que fazem muita coisa mas o exemplo que darei é do iPhone.

iPhone

iPhone

Nele você pode realmente interagir com o mundo, com o que estiver ao alcance dele e na verdade, é quase tudo. Eu não sei se devemos chamar ele de celular, será mesmo que ele é um celular? Pode ser também uma TV em miniatura que faz ligações, pode ser um tipo de iPod que nele você ve TV e sei lá, faz umas ligações… Tá vendo, a interação é tamanha que acho que num futuro não tão distante, nós mesmos nos tornaremos um super instrumento hipermidiático, com microchips e microprocessadores instalados na nossa cabeça e faremos compras, veremos TV, ouviremos uma música e tudo isso, sem se mover, deixando o ser humano cada vez mais sedentário, o que é ruim… mas pode ser bom, imagina só com um toque de seu pensamento, você poder dentro de seu próprio carro, falar para ele aonde você deseja ir e dormir tranquilo no caminho sem se estressar no trânsito caótico de São Paulo!!! Ia ser do ca****!!! Hahahaha

Publicado em:  on at 7:50 pm Deixe um comentário

(ATIVIDADE do Texto: “A urgência de uma filosofia da fotografia”)

“…imagem produzida e distribuída automaticamente no decorrer de um jogo programadom que se dá ao acaso que se torna necessidade, cuja informação simbólica, em sua superfície, programa o receptor para um comportamento mágico.”
Esse é um trecho do texto de Vilém Flusser (http://pt.wikipedia.org/wiki/Vilém_Flusser), um filósofo Tcheco, aborda um assunto interessante que a maioria das pessoas nem dão conta. A questão é se você sabe sobre fotografia, você sabe?
Bom, fotografia não é apenas um pedaço de papel com uma imagem paralisada de algum momento de alguma pessoa, há todo um sistema por trás dessa história toda que vai desde o olhar de quem está tirando a foto, dos mecanismos do aparelho e dos olhares e percepções de quem vê o resultado final.
Flusser diz que no momento em que a fotografia passa a ser modelo de pensamento, muda a própria estrutura da existência, do mundo e da sociedade. Saltando de um tipo de modelo para outro, de paradigma em paradigma, ou seja, toda vez que o homem inventa algo, ele tem como modelo seu próprio corpo, esquecendo-se do modelo logo após alienando-se e toma o instrumento como modelo do mundo, de si e da sociedade.
Um exemplo de tudo isso é o século XVIII onde o homem inventou as máquinas como modelo de seu próprio corpo, depois tomou as máquinas como modelo de mundo, de si mesmo e da sociedade tornando tudo isso muito mecânico.
A filosofia da fotografia tem por tarefa a liberdade dos fotógrafos. E para Flusser, liberdade é jogar contra o aparelho, ser original, descobrir alternativas e novas percepções e significados da imagem buscando uma certa revolução.

Publicado em:  on at 7:15 pm Deixe um comentário