Existe muita coisa que uma pessoa pode ver, perceber, imaginar e concluir em uma imagem. Afinal, a imagem é algo muito importante, se você passa uma boa imagem as pessoas certamente confiarão em você. Se uma banda passa uma imagem legal, seja por ações ou literalmente por suas fotografias as pessoas podem pensar “NOSSA ESSA BANDA É F***!!!”, às vezes pode passar dos limites e ficar meio “fashion before passion”, quando a banda só se faz por sua boa imagem, que no Brasil acho que 90% das bandas são exatamente assim…
Bom, vamos ao que interessa. Em aula, o professor Eric nos passou conceitos sobre Imagem Sensível, como nós, como nosso corpo percebe a imagem. Existem 3 níves que se chama, “primeiridade, secunidade e terceiridade”.
A primeiridade é a qualidade da consciência imediata, é uma impressão ou sentimento invisível, não analisável e frágil. Fase em que os sentimentos ainda puros são os aspectos sensíveis, ou seja, ainda não tem muita noção do que seja a imagem, do que ela significa.
A secundidade é a área da existência cotidiana que paramos para pensar, fazer comparações, associações com alguma coisa semelhante ou que já conhecemos.
A terceiridade é o estágio que conseguimos definir a imagem, correspondendo à camada da integibilidade, pensamento em signos.

A fase encontrada nesta foto é a primeiridade porque nesse tipo de imagem, abstratas, não conseguimos identificar as coisas direito. Perdemos muito tempo por causa dos borrões e cores que não associamos com coisa alguma e demoramos muito tempo para entendê-la, se entendermos…
Essa imagem tem o título de “O Método V – A Humanidade da Humanidade (lembranças de Porto Alegre) e foi retirada da galeria de Carlos Castejon no site:
www.flickr.com/photos/carloscastejon/